UMA MADRUGADA MOVIMENTADA NA QUERÊNCIA
Mas bah, vivente! Nem a madrugada fria da Fronteira Oeste escapa de um bom causo. Lá pelas tantas, quando até o vento parecia aquietar-se, um motorista arrematou com tudo contra o parklet em frente à Escola de Música Ibaldo. A estrutura, que enfeitava a Visconde de Tamandaré feito flor no chapéu, foi deixada em ruínas, mais devastada que campo pós-tempestade. Diz que até o poste de iluminação parecia tombar, tal qual bagual em longa lida.
QUEM FOI O RESPONSÁVEL? MISTÉRIO NA NOITE ALEGRETENSE
Aquele que saiu na Parati deixou pra trás mais que cacos e flores esmagadas. Ficou uma placa, testemunha silente de um corre e esconde à moda de filme policial campeiro. Sem câmeras do CIOSP nos arredores, a tarefa de descobrir o autor vira um quebra-cabeça. Mas, tchê, quem conhece a alma dos alegretenses sabe que o mistério não dura muito, tamanha a solidariedade do povo do pago.
O FIM DE UM SONHO? OU APENAS UM NOVO COMEÇO?
A comunidade lamenta o ocorrido, evocando o espírito de união que é mais forte que qualquer destruição de parklet. Aos cuidados da Escola de Música, o espaço era mais querido que chimarrão em jornada de inverno. Até o vivente mais sisudo sentia-se bem descansando ali. Mas não há de ser nada! Como se diz no nosso pago, “depois da tormenta, sempre aparece o sol.”
O episódio lamentável que deixou a rua Visconde de Tamandaré mais vazia evidencia a força de nossa comunidade. Alegrete, com seu povo resiliente, já se levanta e planeja como restaurar o espaço coletivo. Pode haver barro nos sapatos, mas nunca na esperança.
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