O Potro Xucro que Não Para de Crescer
Buenas, vivente! Se tu achava que o agronegócio tava maneado, te digo que ele tá mais solto que potro em campo aberto! Os números não mentem, tchê: 28,2 milhões de brasileiros tão com a vida atrelada ao setor agropecuário no segundo trimestre desse ano. Isso significa um avanço de 0,9% (uns 244 mil viventes a mais) comparado com o mesmo período de 2024, segundo o baita estudo feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). É mais gente trabalhando no agro que estrela no céu em noite de São João – um verdadeiro recorde desde que começaram a campear esses números lá em 2012!
A Força do Campo na Lida Diária
O mercado de trabalho brasileiro inteiro cresceu 2,3%, somando uns 2,43 milhões de novas vagas. Mas olha só o que interessa pra nós da fronteira: um em cada quatro trabalhadores do país (exatos 26%) tá com a mão na massa do agronegócio! É mais ou menos como dizer que a cada quatro viventes que tu cruza pela Avenida Tiaraju, um deles deve o pão na mesa ao setor. Os pesquisadores do Cepea/CNA apontam que esse avanço veio principalmente dos segmentos de insumos, com um salto de 7,4%, da agroindústria, que cresceu 2,1%, e dos agrosserviços, com aumento de 3,2%. Só o segmento primário, aquele da lida direta no campo, deu uma recuada de 2,6% – mas isso é como dizer que o cavalo diminuiu o trote pra pegar fôlego antes de galopar de novo.
A Safra que Faz Alegrete Campear Empregos
Aqui nas várzeas e coxilhas de Alegrete, a coisa fica mais agitada que baile de CTG quando chega o período entre outubro e abril. É quando as safras de arroz e soja transformam nossa paisagem e o mercado de trabalho. Os números do Caged (aquele que regula o vínculo de trabalho) mostram um salto mais alto que ginete em rodeio – crescimento de até 35% nos empregos durante a safra comparado aos outros meses. É como se o campo chamasse, e milhares de viventes respondessem ao chamado, cada um pegando sua parte na lida, seja no plantio, na colheita ou no transporte da produção. É nessa época que muita família consegue juntar uns cobres pra passar o resto do ano, mais garantido que novilho em invernada boa.
O que esses números todos mostram, gaudério, é que o agronegócio segue sendo a espinha dorsal não só de Alegrete, mas do Brasil inteiro. Com safras que prometem ser recordes e a manutenção dos altos volumes de abate, o setor continua puxando a carreta da economia e gerando trabalho pra nossa gente. Aqui na fronteira oeste, onde o horizonte se confunde com os campos verdejantes, cada emprego gerado é uma família que pode seguir em frente com dignidade, mantendo viva a tradição e a cultura do nosso pago. Como dizem os antigos: ‘Enquanto o campo produzir, o Brasil vai progredir’.
Compartilha essa notícia com aquele amigo que ainda não sabe o tamanho da importância do agro pro nosso Alegrete! Manda pro grupo da família e mostra pra eles que um em cada quatro brasileiros tira o sustento desse setor que é o orgulho da nossa terra!









