A Caravana das Mãos que Fazem Arte
Buenas, tchê! Enquanto o sol se esparramava sobre os galpões da 48ª Expointer em Esteio, um pedaço do coração de Alegrete batia forte lá nos pavilhões da maior festa do homem do campo. Mais organizados que tropa em desfile, os artesãos da nossa querência cruzaram a campanha gaúcha carregando não só suas obras, mas o espírito guerreiro desta terra que sempre soube transformar o simples em arte. Dos 35 talentos inscritores no projeto Desenvolvendo Artesanato, 27 viventes se bandearam até Esteio, carregando nas mãos a alma do pampa esculpida, tecida e moldada como só os alegretenses sabem fazer.
De Mãos Calejadas Nascem Obras Primas
Mas não pense que foi pouca coisa, tchê! Os nossos artistas, mais dedicados que cusco cuidando de porteira, apresentaram trabalhos nos mais variados estilos na Casa da Corte das Rainhas. Por lá, cada peça contava um causo da fronteira oeste, com a SEDETUR dando o apoio que a gurizada merece. Era de encher os olhos ver tanta arte saída das mãos de nossa gente! O prefeito Jesse Trindade e o Vice-prefeito Luciano Belmonte, acompanhados da equipe da SEDETUR, não deixaram de prestigiar os nossos talentos, mostrando que em Alegrete, quando se trata de valorizar a cultura, ninguém fica de fora do rodeio.
O Reconhecimento que Vem da Tradição
Tânia Leal Leonardi, que coordena o programa emprego e renda da SEDETUR, falava mais orgulhosa que mãe em formatura de filho: ‘Nós trabalhamos para apoiar e ajudar este segmento que tem muitos artistas com seus destacados trabalhos’. E não é pra menos – os artesãos marcaram presença tanto na Casa do Alegrete quanto na das Rainhas, levando o nome da terra onde o vento faz a curva para os quatro cantos da Expointer. ‘Foi bem importante para que o público conhecesse o que se produz de artesanato no Município’, destacou Tânia, com aquele brilho no olhar que só quem tem amor pelo que faz consegue demonstrar. E assim, entre um mate e outro, nossos artistas mostraram que talento da fronteira é como o minuano: não tem quem segure!
A participação maciça dos artesãos alegretenses na Expointer não apenas coloca nossos talentos no mapa cultural do Rio Grande, mas também fortalece a economia local através da valorização das mãos que transformam o cotidiano em arte. Enquanto o agronegócio mostra sua força com os animais e a genética de raças criadas em nossas terras, o artesanato prova que Alegrete tem muito mais a oferecer do que campos e gado – temos alma, criatividade e a garra de quem sabe transformar tradição em inovação.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que vive dizendo que em Alegrete só tem gente boa de laço – agora ele vai saber que somos bons das mãos também!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/artesaos-de-alegrete-estao-em-expressivo-numero-na-expointer/









