MAS BAH, QUE NOITE DE RESISTÊNCIA!
Mas bah, vivente! Na noite de 25 de julho, o plenário da Câmara de Vereadores de Alegrete se transformou num verdadeiro CTG da cultura e história afrodescendente, em celebração ao Dia da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha. A programação, mais cheia de vida que feira de domingo, reuniu a nata da comunidade afro gaúcha: artistas locais, ativistas e cidadãos que se enchem de orgulho pela resistência histórica.
PALAVRAS QUE ACENDEM A ALMA
A professora Merlen Alves, mais inspiradora que manhã de sol no pampa, roubou a cena com sua palestra inflamante. Falou da liberdade como quem conta um causo de superação das mulheres negras, que seguem rompendo com barreiras qual potro em disparada. “As mulheres negras de Alegrete são guerreiras de luz”, declarou, emocionando o povo que retumbava no plenário.
DANÇA E MÚSICA: RESISTÊNCIA ATRAVÉS DA ARTE
A prenda Anelise Dorneles deu vida ao salão com sua dança afro, enquanto as vozes de Camila Teixeira ecoaram alto, como grito de liberdade em fandango. E quando os grupos de capoeira Team Bombril e ACAF entraram em cena, trouxe-se à Câmara a força do berimbau e o gingado ancestral, provando que nossa cultura é mais forte que palanque em banhado.
Em suma, Alegrete viveu uma noite que une e fortalece suas raízes. A entrega do Estatuto da Associação Afro Leal à Cleonice Xavier marcou um novo capítulo de lutas e vitórias, provando que o vento minuano não leva a história de um povo que se firma por sua dignidade e resistência.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que se orgulha das raízes afrodescendentes!









