Vivente pequeno, problema grande
Buenas, tchê! Pois não é que a gurizada de Alegrete acordou com uma história mais comovente que abraço de comadre? Um filhotinho de cusco mais indefeso que terneiro recém-nascido acabou preso num bueiro mais apertado que bombacha nova! O bichinho, que mal conhecia o mundo, foi encontrado num buraco com abertura tão estreita quanto gargalo de garrafa – só uns 10 centímetros, imagina só! E o pior: segundo a OPAA (Organização Protetora dos Animais de Alegrete), o pequeno não caiu ali por acaso, mas teria sido jogado, numa maldade maior que traição em dia de domingo.
Força-tarefa para salvar um dos nossos
A coisa estava mais complicada que doma de bagual xucro! Quando a prenda Marta Dornelles, da OPAA, recebeu o chamado de socorro, já viu que o caso era sério. ‘O animalzinho estava numa posição mais difícil que acertar laço em dia de ventania, e o acesso era mais limitado que estrada em dia de chuvarada’, contou ela. Mas em Alegrete, quando o assunto é solidariedade, ninguém fica parado! Logo os homens do Corpo de Bombeiros chegaram mais rápido que notícia boa e, com a habilidade de quem domina rodeio, começaram a operação. Com ferramentas específicas, removeram o tampão como quem tira rolha de garrafa e ampliaram a passagem, trabalhando com a delicadeza de quem trança crina de cavalo em dia de festa.
Final feliz para quem merece
Depois de uma peleia mais tensa que jogo do Flamengo, a pequena cusca foi resgatada sem ferimentos graves – e a alegria foi maior que churrasco em domingo de sol! A bichinha agora está acolhida pela turma da OPAA, sendo cuidada como hóspede de honra. Em nota que correu mais rápido que boato em roda de mate, a OPAA mostrou que tem o coração do tamanho do pampa: ‘Para nós, nada é impossível’. Pois é, tchê! Como diz o ditado da campanha: ‘Onde tem um gaúcho de bom coração, não existe bicho desamparado’. A pequena agora vai passar por uma revisão com veterinário, mais completa que inspeção de gado premiado, antes de encontrar uma família que a queira bem.
Este causo mostra que Alegrete é terra onde o espírito de parceria corre solto como cavalo em campo aberto. Enquanto houver gente como os voluntários da OPAA e os valorosos bombeiros, nenhum vivente – de quatro ou duas patas – ficará desamparado em nosso pago. A história desse cusquinho não é só um resgate, mas um lembrete de que nossa comunidade tem a marca da solidariedade ferrada no coração.
Compartilha esse causo com aquele amigo que diz que ‘em Alegrete nada acontece’! E marca aquele compadre que tem o coração mais mole que brigadeiro quando o assunto é bicho!









