Mas bah, que história mais triste, tchê!
Conhecido por todos como Paulinho, esse vivente era mais conhecido que ventania em campo aberto lá na Associação Atlética Vila Nova. Com uma paixão que queimava mais que fogo de chão, Paulinho respirava futebol e deixou sua marca no Alvorada, time querido dos campeonatos amadores da região. Mas não foi só nas quatro linhas que ele encantou a comunidade…
As dores e a partida que abalaram Alegrete
Foi durante um dia nublado que nosso querido Paulinho sentiu as dores que o levaram ao hospital. Como quem caminha num campo minado, ele buscou ajuda médica, mas o destino, teimoso que só, lhe pregou uma peça. Mesmo acompanhado do carinho de sua esposa, Ariane Xavier, e das filhas, Gabriele e Milena, Paulinho disse adeus. Mulheres de fibra que são, elas agora cuidam do legado que ele deixou.
Legado e homenagens a um amigo de ouro
Funcionário público dedicado, por 33 primaveras ele fez história nas ruas de Alegrete. Nos últimos 15 anos na EMEB Murilo Conceição, era mais firme que palanque em banhado na presidência do CPM. A escola parou para homenagear um dos seus. As palavras sentidas da professora Merlen Alves e de Magda Abreu ecoaram como o canto das corujas na madrugada: ‘Companheiro e amigo, o lugar dele fica vazio’. Na sala 2 da Funerária Angelos, a saudade se faz presente.
Mais do que um simples servidor, Paulinho era um elo forte na cadeia da amizade alegretense. Sua história toca a alma dessa terra, provando que as verdadeiras riquezas são os laços que criamos. Em sua homenagem, seus amigos e familiares celebram uma vida de dedicação e carinho no coração da Fronteira Oeste. Que sua partida inspire a união e a solidariedade em nossa comunidade.
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