Preparativo maior que tropeada de domingo
Buenas, vivente! Quem pensa que montar banca na Feira do Livro é chegar e largar os livros tá mais enganado que cusco correndo atrás do rabo! Alexandre Nunes, parceiro da Editora Coralina, abriu o coração pro Notícias Alegrete e contou que a preparação pra trazer o conhecimento pro nosso pago é trabalho de mais de dois meses. ‘Sabemos do potencial da Feira’, disse o gaudério, enquanto arrumava as pilhas de obras literárias que nem invernada bem cuidada. A editora trouxe mais livros que estrelinha em céu de inverno, com exemplares dos mais variados gêneros pra agradar do peão ao doutor.
Meta ambiciosa como domador em rodeio
O homem não tá de brincadeira, tchê! Alexandre revelou que a meta é vender 500 livros nos seis dias de evento – número mais expressivo que cavalgada de São João! Isso mostra que o alegretense é bicho leitor, diferente do que muita gente pensa por aí. ‘Alegrete respira o mundo cultural’, garantiu ele com mais convicção que gaudério defendendo a tradição. E o mais impressionante? ‘O movimento praticamente nunca cai ao longo do dia’, explicou, mostrando que o povo daqui tem sede de cultura mais forte que tropeiro tem de mate em manhã de geada.
Ponto de encontro que nem roda de chimarrão
A Feira virou o centro das atenções do Baita Chão, reunindo leitores e escritores num entrevero cultural dos bons! Com palestras, lançamentos e atividades pra toda família – da prenda mirim ao vô contador de causos – o evento transformou Alegrete na capital da cultura gaúcha. A organização da Feira, mais caprichada que arroz de carreteiro de domingo, é o que mais atrai os expositores ano após ano. Não é à toa que nossa Feira é reconhecida como uma das melhores do Rio Grande do Sul inteiro, uma tradição mais firme que nó de bombacha no calendário de eventos da cidade!
Nesse pedaço de chão onde a cultura floresce mais viçosa que campo após chuvarada, a Feira do Livro segue unindo gerações e mostrando que Alegrete é terra de gente que valoriza o conhecimento. Com expositores preparando-se meses antes e trazendo o melhor do mundo literário, nossa querência deixa sua marca no mapa cultural gaúcho – provando que aqui, entre o mate e o churrasco, também se cultiva o gosto pelas boas histórias.
Compartilha esse causo com aquele amigo que vive dizendo que gaúcho só gosta de rodeio e churrasco! Mostra pra ele que nossa gente também devora livros mais ligeiro que cusco em dia de feira!









