Do laço do vício à liberdade da fé
Buenas, vivente! Deixar um vício é mais difícil que domar bagual xucro em manhã de geada. Mas aqui no nosso Alegrete, três guerreiras mostraram que, com fé mais forte que esteio de galpão, conseguiram se livrar das prisões que as amarravam. Como um cusco que finalmente se solta da corrente, estas prendas encontraram na palavra de Cristo e no Projeto Resgatando Almas o caminho para uma nova tropeada na vida. O projeto, tocado pelo Filipe Fernandes, vem transformando vidas nas praças, locais públicos e lares da nossa querência, levando a palavra que cura mais que chá de marcela em manhã de ressaca.
Três histórias de redenção que comovem o pago
Cátia Mafra, uma prenda de 29 anos, vivia mais agitada que formigueiro em dia de chuva. ‘Eu não dormia, tinha pressão alta e fumava que nem fogão a lenha em dia de inverno’, conta ela, que vivia engolindo remédios sem ver melhora. Foi quando, assistindo as lives do Filipe, resolveu buscar ajuda no projeto. Como por milagre, largou o cigarro sem sofrer mais que terneiro desmamado e viu sua saúde dar a volta por cima.
Já a Gislaine Moreira da Costa, também com 29 janeiros, carregava uma tristeza mais pesada que carreta atolada. ‘Eu morava em Caxias do Sul, bebia todos os dias e a depressão me consumia’, relembra. Foi pelas redes sociais que ela conheceu o trabalho do Filipe e decidiu: ‘Vou voltar pro meu pago e mudar minha vida’. Mãe de dois filhos, hoje ela fala com a firmeza de quem encontrou seu rumo: ‘Nem posso ouvir falar em bebida. Meu objetivo agora é fortalecer minha fé’.
A mais jovem das guerreiras, Maria Eduarda Alves, com seus 22 anos, vivia em uma sina que muitos conhecem: ‘Minha vida era só bar, festa e bebida’, confessa. Mas durante a semana, o coração ficava mais vazio que campo após colheita. Foi na Bíblia e na força da oração que encontrou o preenchimento que nenhum copo conseguia dar.
Do fundo do poço ao púlpito da salvação
E quem coordena essa transformação toda? O próprio Filipe Fernandes, um gaudério que conheceu o inferno dos vícios por 8 longos anos. Mais judiado que boi de carreta em estrada de chão batido, chegou a parar na UTI de Alegrete. Foi ali, quando acordou do coma, que fez um trato com o Patrão lá de cima: pediu misericórdia para largar as drogas e viver uma vida digna de cristão.
Como diz o ditado campeiro: ‘Não há rastro tão fundo que não possa ser apagado por uma nova caminhada’. E foi exatamente isso que Filipe fez – transformou seu sofrimento em missão e agora ajuda outros viventes a encontrarem o mesmo caminho de luz.
Hoje, as três prendas seguem firmes como estaca de mangueira nova. Transformaram suas vidas através da fé e do apoio do Projeto Resgatando Almas, que segue evangelizando e estendendo a mão a quem precisa nas terras de Alegrete.
Em resumo, tchê, estas histórias mostram que até nos momentos mais escuros, quando parece que o temporal não vai passar, sempre há um raio de esperança. Em Alegrete, o Projeto Resgatando Almas tem sido esse farol para muitos viventes perdidos nas tempestades dos vícios. Como uma roda de chimarrão que acolhe e aquece, Filipe e suas ações têm transformado não apenas vidas individuais, mas fortalecido toda a comunidade alegretense com testemunhos vivos de que, com fé e apoio, sempre é possível recomeçar.
Compartilha essa história de superação com aquele compadre que anda tristonho e precisa de uma luz no caminho! Quem sabe esse causo não muda a vida de alguém da tua roda?









