A PONTE ENTRE O DESESPERO E A FUGA
Mas bah, vivente! O que parecia ser uma manhã comum lá pelos lados da ponte Giuseppe Garibaldi, entre Imbé e Tramandaí, acabou virando um cenário digno de filme. Quem diria que ao abordar a guarnição da Brigada Militar com um pedido inusitado, Ebert acabaria colocando em marcha uma sequência de eventos tão trágica? Alegou que sua prenda precisava de atendimento médico por conta de um acidente doméstico. A polícia, como toda boa índia velha, decidiu escoltar a caminhonete dele até a UPA, mas o que se seguiu foi mais escorregadio que sapo em banhado… Tropeçou foi um causo! Mal chegaram, ele piou fundo e, deixando a pobre companheira a ver navios, deu início a uma fuga de perder o fôlego.
UMA FUGA MAIS LIGEIRA QUE VENTO MINUANO
No meio dessa reviravolta, o guri Ebert meteu-lhe a bota sem pensar duas vezes, percorreu uns oito quilômetros que pareceram uma eternidade! Foi fazendo manobra de cá, zigue-zague de lá, até que resolveu encarar um caminhão de frente, sem perder o embalo no quebra-molas. Terminou com o desfecho mais infeliz que demissão de peão em rodeio. O veículo capotou e finalizou essa corrida maluca ao colidir com uma moto Yamaha Factor, que nada podia fazer… O resultado foi uma tragédia: William Juliano Pereira Pinós, um trabalhador de 33 anos, encontrou seu destino ali mesmo. E como nos causos mais amargos, o próprio Ebert também não resistiu.
REFLEXÕES SOBRE UM DESFECHO AMARGO
Agora, dizeres correm soltos por Imbé, como vento em campo aberto, que o médico talvez estivesse num surto, ou coisa parecida. O delegado Rodrigo Steinert, olhando com olhos de quem até matutou pra entender, ainda está a investigar o que de fato levou Ebert a tais atos. O acontecimento deixou um gosto amargo na boca dos colegas de trabalho e dos pacientes daquele que, até então, era um prestativo médico. Mas como dizem por aí: “Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém…”. Fatos assim deixam marcas e causam reflexão profunda na comunidade, que busca entender o que poderia ter sido feito de diferente para evitar tamanha perda.
Este triste episódio levanta questões sobre a saúde mental e a segurança comunitária, essenciais para nossa caminhada aqui em Alegrete e em toda a Fronteira Oeste. É nas dificuldades que somos chamados a reforçar nosso apoio mútuo e olhar com mais atenção para nossos viventes.
Espalha essa notícia pros gaudério de coração grande – precisamos refletir e buscar soluções pra evitar novas tragédias!









