Mas bah, tchê! Um fio bem traiçoeiro!
Mas bah, vivente! Quando a madrugada ainda acalentava o sono dos alegretenses, lá pelas 5h02, um motociclista pilotava com cuidado pelas ruas ainda adormecidas de Alegrete. Nesse silêncio quase místico, um fio solto – mais perigoso que estribilho de gado bravio – surpreendeu o vivente e o fez beijar o chão de bochechas. Inesperadamente, o susto foi tão grande quanto um estouro de boiada.
A persistência de um perigo que não descansa
Esse incidente, que por um triz não virou tragédia, despertou o brio da comunidade. Os moradores, conscientes do mato sem cachorro que é viver entre fios pendurados, clamam por uma solução definitiva. Equipes da Prefeitura, junto com a RGE e as companhias de telefonia, vêm se esforçando desde 2023, mas, assim como domar um potro xucro, a tarefa se mostra mais demorada que a espera por chuva na seca.
Será que agora sai a solução, tchê?
O desfecho desse causo ainda está por vir, mas, sem dúvida, cada alegretense espera ver o fim desse emaranhado que mais parece uma trama de novela. Como diz o ditado: “Devagar se vai ao longe, mas parar é que não dá!” Com a união do nosso pago, quem sabe logo mais veremos ruas limpas e livres dos perigos que andam se escondendo por sobre nossas cabeças.
Esse incidente não é só um alerta para os próprios viventes de Alegrete, mas uma chamada à ação para que juntos, comunidade e poder público, encham a cuia da segurança com mais sustança e menos riscos. A segurança precisa ser parceria de mate, constante e amigável em nossas ruas.
Espalha pros quatro cantos do pago – notícia importante assim tem que rodar!









