Buenas! O entrevero que abalou o comércio da fronteira
Mas bah, tchê! A coisa ficou mais braba que touro em porteira quando a Decrab bateu na porta de um estabelecimento comercial em Alegrete na última sexta-feira (22). Com mais astúcia que cusco farejador, a equipe policial, amparada pelo Setor de Investigação da 1ª Delegacia de Polícia, descobriu um verdadeiro tesouro proibido guardado em freezers ao alcance da clientela. Quem ia comprar um quilo de carne podia sair com cortes de capivara, ovino e bovino, tudo mais misturado que conversa em roda de chimarrão!
A prova do crime: do banhado pro balcão
Os viventes do estabelecimento ficaram mais brancos que garça no banhado quando viram os fiscais da Vigilância Sanitária chegando junto com a polícia. Num abrir e fechar de olhos, o Auto de Infração Sanitária foi lavrado, mais rápido que cusco correndo atrás de carroceiro. As carnes, que não tinham comprovação de origem, estavam em desacordo com as normas para consumo humano – coisa mais perigosa que atravessar o Ibirapuitã em tempo de enchente! Como se não bastasse a irregularidade sanitária, o local nem alvará para comercialização tinha, estava mais ilegal que carreira de cavalo em rua asfaltada.
A capivara que derrubou o esquema
Foi a presença da carne de capivara que botou mais lenha na fogueira do que graveto seco. O bicho, que pasta tranquilo nos banhados da fronteira, é protegido por lei, e sua caça e comercialização configuram crime ambiental mais grave que cruzar divisa sem pagar imposto. O delegado Jair Francisco dos Anjos, comandante da 2ª DECRAB, não deu trela pro caso: ‘A comercialização de carnes sem inspeção oficial afronta a legislação consumerista e ambiental, representando risco à saúde pública’, afirmou ele, mais sério que juiz em dia de sentença. O homem ainda ressaltou que a ação em parceria com a Vigilância Sanitária foi fundamental para botar um fim nessa prática que já vinha correndo solta.
A polícia de Alegrete, sempre atenta como galo em poleiro novo, reforçou que as denúncias da comunidade são importantes que nem chuva em janeiro para combater essas irregularidades. Os homens da lei prometem seguir trabalhando de forma conjunta, cruzando os campos da nossa querência para reprimir os crimes rurais e a venda irregular de produtos de origem animal. Como dizem os antigos por estas bandas: ‘Quem vende gato por lebre um dia cai do cavalo’.
Compartilha esse causo com aquele compadre que vive dizendo que compra carne barata de procedência duvidosa! O vivente precisa saber que nem tudo que parece pechincha é negócio bom!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/decrab-flagra-comercializacao-clandestina-de-carne-em-alegrete/









