Buenas tecnológicas nas plagas do Baita Chão
Buenas, tchê! Se tu pensava que em Alegrete não tem tecnologia, te aprochega mais que vou te contar um causo! A Secretaria de Segurança, mais conectada que guri com celular novo, em parceria com a Brigada Militar e a Polícia Civil, mostrou que as câmeras do CIOSP tão mais espertas que cusco campeiro. Entre a noite e a madrugada da última quarta, dois episódios provaram que, na nossa querência, malandro não proseia por muito tempo sem ser alcançado pelo olho tecnológico que nunca cochila.
Motorista mais sumido que agulha em palheiro
Na primeira peleia com a ordem, um vivente mais descontrolado que potro xucro resolveu dar um beijo no muro de uma casa na Avenida Charrua. Mas o gaudério pensou que ninguém tinha visto a tropelia! Bah, mas as câmeras flagraram tudo, mais ligeiro que vento minuano. As imagens correram mais rápido que notícia de churrasco gratuito e chegaram na Brigada e na Civil num piscar de olhos. Descobriram o dono do carro mais rápido que achar erva em cuia de mate! O vivente, quando viu que tava mais enrascado que pingo em dia de invernia, tratou de ligar pro dono da casa e se comprometer a pagar o estrago, antes que o caso virasse uma invernada de problemas.
O larápio que queria roubar o próprio algoz
Já na segunda ocorrência, um malandrinho mais teimoso que mula empacada resolveu fazer o que ele menos devia: tentar surrupiar justamente uma das câmeras de vigilância perto da Capis! Mas bah, tchê, que ideia mais torta que chifre de vaca! O sistema, mais esperto que professor de matemática, filmou o próprio ladrão tentando levar a câmera. O vivente, que já tinha ficha mais extensa que rodovia, foi apanhado em flagrante pela Brigada, mais rápido que gado correndo de temporal. Acabou indo direto pra delegacia, com a cara mais lavada que roupa em dia de quarar.
Em resumo, a parceria entre CIOSP, Brigada Militar e Polícia Civil tá funcionando mais afinada que conjunto de gaita em festival. Como diz o ditado campeiro: ‘Em Alegrete, quem planta vento, colhe tempestade tecnológica’. A segurança pública integrada, como bem destacou a Secretaria, segue firme como estaca de galpão, garantindo que nossa querência alegretense seja respeitada e que a ordem impere nas plagas do Baita Chão.
Compartilha esse causo com aquele amigo que vive dizendo que ‘câmera não resolve nada’ – pra ele ver que aqui em Alegrete até as máquinas têm alma de brigadiano!









