Um troféu mais valioso que ouro de garimpo
Buenas, vivente! A noite de quarta-feira (01) foi mais especial que roda de mate em manhã de geada na 44ª Feira do Livro de Alegrete. O que rolou por lá? Uma cerimônia que botou o leitor no lombo do cavalo da literatura brasileira, bah! O Prêmio Motus de Melhor Leitura Crítica 2025 abriu porteira pra uma ideia mais inovadora que laço em competição de tiro: valorizar quem lê como verdadeiro protagonista da lida literária. Foi a patrona da Feira, Eliana Rigol, quem anunciou com a voz mais firme que palanque em banhado o nome da vencedora que levou pra casa um troféu e dez mil pilas no bolso.
Da terra vermelha mineira para os pampas gaúchos
E quem conquistou o coração dos avaliadores? Uma prenda de longe, tchê! Elisangela de Fátima Alves, lá das terras de Araxá, Minas Gerais, que mandou ver com a leitura crítica intitulada ‘A Invisível Cor do Mundo: Arquitetura do Encantamento e Insurreição Silenciosa no Barro Vermelho’. Mais caprichada que bombacha nova em domingo de rodeio! O livro que serviu de base pro certame é obra do cardiologista e escritor Alexandre Alderete Alves, um bagual das letras que já arrebanhou menções honrosas em prêmios nacionais. ‘É uma emoção maior que campo sem cerca’, destacou o autor ao ver seu romance inédito ‘A Invisível Cor da História’ sendo debatido por leitores de todo o país. Foi um entrevero literário dos grandes, com gente de todos os cantos do Brasil participando dessa gineteada cultural.
Uma tropilha de leitores que fez poeira no Brasil
Mas olha só o tamanho dessa comitiva, tchê! A edição piloto do prêmio atraiu 777 inscrições preliminares, com 202 delas chegando até o final da lida – mais persistentes que cusco em dia de carneada! E não foi só da nossa querência que vieram os participantes. Chegaram inscrições dos quatro cantos do Brasil: 97 do Sudeste, 55 do Sul, 30 do Nordeste, 11 do Norte e 9 do Centro-Oeste. Uma verdadeira cavalgada literária! A escolha da vencedora ficou na mão das juradas Kézia Letícia da Silva Lôbo e Rosane Teresinha Durlo Grisa, que peneiraram fino até chegarem nos 20 finalistas, para depois escolher quem levaria o troféu pra casa. Como diria o velho ditado campeiro: ‘Quem sabe ler, tem meio caminho andado’. E nesse caso, andou até o pódio!
Com a vitória da mineira Elisangela de Fátima Alves, o Prêmio Motus, nascido aqui nos pagos de Alegrete através da Unipampa, se firma como uma ideia mais revolucionária que trator em campo de arado velho. É a nossa terra mostrando pro Brasil que, aqui na fronteira oeste, a cultura tem força de touro e delicadeza de flor do campo. Esse movimento coloca nossa Feira do Livro no mapa nacional da literatura e, principalmente, dá valor a quem realmente importa: o leitor, esse gaúcho que campeia aventuras nas páginas dos livros.
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