Mas bah, tchê! Tarifação amarga o café!
Mas bah, vivente! Mal o galo cantou e já se ouvia a notícia amarga como mate mal cevado: uma tarifa de 50% foi cismada sobre nosso café brasileiro pelo presidente americano, Donald Trump. Nos rincões dos Estados Unidos, essa decisão tornou-se um baita entrevero, restringindo a oferta e empurrando o preço pro alto. Ah, nossa bebida campeira vai sentir esse repuxo!
Gaúchos e o café: a história de resistência
E no nosso querido Alegrete, o alvoroço começou a tomar conta. Lá no mercado, meio desconsolado, um fiscal explicou: os preços devem mesmo subir nas próximas semanas por aqui. Diego Teixeiro, que tem uma bomboniere no centro da cidade, decretou: “Agora o cafezinho, que fazia parelha com as prosa campeira, vai custar mais uns centavos!” Esse papo de café rendeu mais que terneiro em campo fértil!
O que vem depois da alta dos preços?
Agora, os valores variam tanto quanto piá em roda de pealo: entre R$ 5,99 e R$ 15,00 por um cafezinho. Mas um ditado que não falha reza: ‘Chimarrão amargo e mate longo, só fica melhor com o tempo.’ Assim, os preços podem subir, mas a paixão por esse sabor campeiro segue firme como palanque em banhado.
Esse desafio do cafezinho apenas reforça a nossa resiliência neste pago de Alegrete, onde até o mate puxa pro amargo mas nunca perde seu valor. Enquanto os preços dançam com o vento minuano, nossa conexão com o cafezinho e o mate segue viva. Que possamos encontrar novas formas de valorizar nossa cultura e bebidas, mesmo com desafios estrangeiros.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que não começa o dia sem um bom cafezinho!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/preco-do-cafe-vai-amargar-a-bebida-para-o-consumidor/









