Do Palco pro Hospital: Ritalina e Fluoxetina mais eficientes que receita médica
Mas bah, tchê! Tem coisa mais linda que ver a arte gaúcha curando a tristeza? Foi isso mesmo que aconteceu quando as figuras da Ritalina e Fluoxetina – mais coloridas que bandeira de CTG em semana farroupilha – invadiram os corredores da ala de Saúde Mental da Santa Casa de Alegrete. O grupo teatral Lutálica não foi lá só pra fazer gracejo, não. Esses artistas da nossa querência levaram uma vivência recheada de humor e carinho, trazendo um alento mais refrescante que sombra de umbu em dia de verão para os pacientes que andam penando com as dores da alma.
A prenda que comanda o espetáculo da vida
A diretora da tropa, a prenda Maninha Pedroso – mais querida que chimarrão em roda de amigos – abriu o coração feito porteira de estância: ‘Foi uma experiência muito especial. A arte tem esse poder de aproximar, de acalmar e de despertar sorrisos, mesmo em momentos de vulnerabilidade. Ficamos muito felizes em poder compartilhar essa energia com os pacientes e a equipe de saúde’, disse ela, com os olhos brilhando mais que estrelas no céu do pampa. E não é que a gurizada do Lutálica conseguiu o que às vezes nem remédio consegue? Arrancaram sorrisos de quem anda com a vida mais apertada que bombacha nova.
Quando o remédio vem em forma de teatro
A Santa Casa de Alegrete, que vive lidando com as dores dos viventes, recebeu essa iniciativa com mais gratidão que campeiro recebendo chuva após seca braba. Em nota oficial, os guris e prendas do hospital deixaram claro que esse tipo de ação fortalece o tratamento das pessoas, indo além daqueles remédios de farmácia. ‘A arte é uma poderosa aliada no processo de cura. Momentos como esse lembram que o cuidado emocional é parte essencial da recuperação’, destacaram os responsáveis, confirmando o que todo gaúcho já sabe: às vezes, um causo bem contado cura mais que muita medicina cara.
Quando o Grupo Lutálica entrou naquele hospital, não era só teatro que carregavam nas malas – era esperança em forma de arte. Mostraram pra toda Alegrete que a cultura da nossa terra também é remédio forte e que o teatro pode ser tão importante quanto o trabalho dos doutores. No fim das contas, esses artistas provaram que, na nossa querência, a gente sabe cuidar do corpo e da alma com a mesma dedicação que cuida do nosso patrimônio cultural.
Compartilha essa história com aquele compadre que anda tristonho – mostra pra ele que até na Santa Casa tem espaço pro riso curar a alma!









