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TROPILHA que EMOCIONOU Alegrete: Piquete Tradição do Lageadinho ENCANTOU o povo no Desfile do Dia do Gaúcho

Nos pagos alegretenses, a tradição campeira marcou presença de gala com uma demonstração que fez o coração de qualquer gaudério bater mais forte





Buenas, que formosura de tropilha!

Mas bah, tchê! O que se viu nas ruas de Alegrete durante o Desfile do Dia do Gaúcho foi daqueles espetáculos que ficam gravados na memória mais que marca de ferro em couro novo! A tropilha do Piquete Tradição do Lageadinho chegou organizadinha, com os animais separados por pelagem, mais alinhados que fila de compadres esperando churrasco de domingo. Os cavalos, reluzentes como prata de bombacha nova, desfilaram com um porte que fazia qualquer um sentir o cheiro do campo ali mesmo no asfalto da cidade.

Mais domados que cusco de fazendeiro

Os cavaleiros mostraram um domínio dos animais que era mais impressionante que trovão em dia claro! Cada movimento sincronizado, cada comando sutil – a comunicação entre homem e cavalo era tão natural quanto mate em roda de amigos. O público, que se aglomerava nas calçadas mais apinhado que formigueiro em dia de chuva, não piscava os olhos pra não perder nenhum detalhe. ‘Olha lá aqueles tordilhos!’, se ouvia de um lado. ‘Repara nos alazões, que formosura!’, comentava uma prenda do outro. A gurizada então, essa ficava mais agitada que potrinho em campo novo, apontando e sonhando em um dia poder conduzir uma tropilha dessas.

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O cavalo: parceiro mais fiel que o próprio cusco

O que o Piquete Tradição do Lageadinho fez foi mais que um simples desfile – foi uma aula viva sobre a importância do cavalo na cultura gaúcha, mais clara que água de vertente! Ao trazer aquela formação tradicional para as ruas de Alegrete, os viventes do piquete mostraram que o cavalo não é só um meio de transporte, é um companheiro, um parceiro de lida que está enraizado na nossa história como cepa antiga em solo fértil. Do campo para a cidade, da tradição para o presente, aqueles animais levaram consigo a essência do que é ser gaúcho – a conexão com a terra, com os bichos e com as raízes. Como diz o ditado campeiro: ‘Quem perde as origens, perde o rumo de volta’.

Em tempos onde as tradições às vezes parecem trotar para longe como cavalo sem rédeas, o Piquete Tradição do Lageadinho nos recordou que nossa identidade gaúcha segue firme como estaca de galpão antigo. Para os alegretenses, ver aquela tropilha passar não foi apenas um momento de beleza, mas um lembrete de que somos todos guardiões dessa cultura que nos distingue e nos une, como manada que caminha junta mesmo em terreno pedregoso.

Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que não perde um desfile tradicional e vive dizendo que a gurizada de hoje não sabe o valor de uma boa tropilha!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/tropilha-do-piquete-tradicao-do-lageadinho-resgata-cenario-do-campo-no-desfile-do-dia-do-gaucho/


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