O Vivente que Bandeou-se pra Conquistar seu Futuro
Mas bah, tchê! Tem causo que mexe com as entranhas da gente! Antoni Pereira Moreira, um baita de um guri de 23 janeiros, nascido e criado no bairro Airton Senna, se bandeou pra São Leopoldo há quase dois anos, mais determinado que touro em porteira aberta. O jovem alegretense não arredou o pé do sonho de se formar Técnico em Radiologia, mesmo que isso significasse deixar pra trás o cheiro do pago e a querência onde cresceu. A peleia é grande, mas a vontade de voltar e servir a sua comunidade é mais forte que nó de laço bem dado!
Da Loja de Telefonia pro Entrevero da Grande Enchente
Em 2023, quando ainda labutava na loja Vivo de Telefonia em Alegrete, Antoni sentiu que precisava campear novos horizontes. Largou tudo e se mandou pra São Leopoldo, mais decidido que cusco atrás de carneada. Mas o destino, esse bagual xucro, testou a fibra do guri em maio de 2024, quando a maior enchente da história do Rio Grande do Sul virou tudo de pernas pro ar. ‘Meu maior sonho é voltar para Alegrete e servir à minha comunidade. Quero ajudar as pessoas com meu conhecimento e habilidades na radiologia. Esse é o meu propósito’, conta o vivente, com os olhos marejados como campo após chuvarada.
Raízes Firmes e o Caminho de Volta
Aqui entre nós, tchê, quem não tem uma mãe guerreira não sabe o que é ter força de verdade! Antoni tem na figura de Marisa dos Santos, que segue firme no bairro Airton Senna, o seu esteio maior que palanque em banhado. ‘Ela sempre acreditou em mim. O apoio da minha mãe foi e é essencial em todos os momentos’, revela o guri, com a voz mais sincera que promessa em roda de mate. Pra dar conta de realizar a formatura, marcada pra novembro de 2025, o alegretense promove uma ação solidária. Quem quiser dar uma mão pro vivente, pode contatá-lo pelo número (51) 99783-3839. Afinal, como diz o ditado campeiro: ‘Quem ajuda um filho da terra, semeia pro futuro do pago!’
Mesmo longe do chão que lhe viu dar os primeiros passos, Antoni carrega Alegrete nas veias, mais firme que as raízes do umbu na coxilha. A distância física é apenas um detalhe pra quem mantém a alma atada ao pago com laço de tropeiro. Sua história é um exemplo de que, às vezes, é preciso se afastar da querência pra voltar mais forte e útil à comunidade. A formatura em 2025 não marcará apenas o fim de um ciclo, mas o início de uma nova jornada de contribuição ao seu torrão natal.
Compartilha esse causo com aquele amigo que saiu de Alegrete pra estudar mas morre de saudade do pago! Ele vai se enxergar nessa história mais rápido que cusco na hora do rango!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/desgarrado-por-um-sonho-a-jornada-de-antoni-pereira-moreira/









