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ENTREVERO na Câmara COBRA SOLUÇÃO para ônibus que ‘tropeçam mais que cusco em dia de geada’

Viventes de todos os cantos do pago se reuniram pra debater o transporte coletivo que anda mais atrapalhado que boiada em porteira estreita





Galpão de ideias fervia como água de chimarrão

Buenas, vivente! A coisa estava mais agitada que CTG em noite de fandango na audiência pública realizada na noite do dia 4, quando a gurizada de Alegrete se reuniu pra tratar do causo do transporte coletivo da cidade. O evento, proposto pelo vereador Leandro Meneghetti e pilchado pelo vereador Eder Fioravante, juntou mais autoridade que rodeio em domingo: o empresário Rodrigo Perini da Fronteira Oeste, servidores da empresa, o Secretário Uilliam Almeida, de Segurança e Mobilidade Urbana, outros vereadores e até o Promotor Eduardo Fagundes, que chegou firme como palanque em campo seco.

Os causos de quem campeia um ônibus que não aparece

A prosa começou com a lista de queixas mais comprida que fila de compadre em churrasco de domingo: atraso, supressão de linhas e ônibus mais estragados que carroça velha, deixando os viventes esperando nas paradas como gado esquecido em pasto sem água. Zulmionara dos Santos Serpa, lá das bandas do bairro José de Abreu, desabafou que já teve que trotear a pé até seu trabalho na Rua Maurício Cardoso porque o ônibus da linha Piola resolveu não aparecer. Já o compadre Airton Alende, da UABA, foi mais direto que flechada de índio: ‘A situação tá mais caótica que banhado em dia de tempestade, e essas audiências quase sempre terminam na mesma prosa, sem solução’. A diretora do IFFAr, professora Miriam Marchezan Lopes, mais preocupada que mãe em dia de rodeio, pediu que voltem os 4 carros até o Instituto, pra gurizada estudante não ficar nas paradas perdendo aula. E lá do Capão do Angico, o lamento era o mesmo – os viventes andam mais de cinco quadras pra achar um ônibus, numa caminhada mais cansativa que tropeada em campo de pedreira.

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A encruzilhada das soluções

O bagual da empresa, Rodrigo Perini, entrou na roda pra explicar que o negócio tá mais apertado que bombacha nova. Segundo ele, as isenções e a passagem a R$4,80 com tarifa social não cobrem os custos, deixando as finanças mais desequilibradas que ginete em potro xucro. A solução, segundo o homem, seria redimensionar linhas e quem sabe aumentar o subsídio, antes que a situação fique pior que geada em setembro. O promotor Eduardo Fagundes, mais atento que cusco em porteira, disse que o MP já fez vistoria nos veículos e busca uma solução negociável, pois esse serviço é mais essencial que mate em manhã de inverno – é um direito garantido por Lei. O vereador Éder Fioravante fechou a prosa garantindo que vão mandar um documento mais direto que laço certeiro à Prefeitura, cobrando soluções pra esse problema que afeta centenas de alegretenses mais do que seca afeta o campo.

Em resumo, tchê, a questão do transporte coletivo em Alegrete tá pedindo soluções mais rápidas que cavalo em cancha reta. A comunidade mostrou que tem voz mais forte que berro de touro bravo e não vai baixar a cabeça como gado em dia de chuva. Alegrete merece um transporte que funcione tão bem quanto roda de chimarrão bem organizada, onde ninguém fica esperando sua vez por tempo demais. O que tá em jogo não é só um serviço, mas o direito de ir e vir dos alegretenses, tão importante quanto a liberdade de galopar pelos campos do nosso pago.

Compartilha esse causo com aquele vivente que todo dia fica plantado na parada esperando um ônibus que nunca vem! Que essa prosa chegue até os ouvidos de quem pode fazer a diferença no nosso querido Alegrete!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/audiencia-publica-sobre-situacao-do-transporte-coletivo-cobra-solucao-aos-problemas-do-servico-em-alegrete/


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