A Peleia Legislativa que Durou Mais que Invernada Rigorosa
Mas bah, tchê! A sessão desta quinta-feira (16) na Câmara de Vereadores de Alegrete foi mais movimentada que rodeio em dia de final! O projeto 0029/2025, parido da ideia do vereador João Monteiro, que trata de dar um alívio nas contas das nossas escolas de samba, finalmente chegou ao momento da verdade. A proposta, mais esperada que chuva em janeiro, buscava anistiar os débitos tributários municipais de 2012 relacionados à prestação de contas do patrimônio e serviços das agremiações carnavalescas e da Associação Canudos Amanhã.
Um Projeto que Rodou Mais que Bomba de Chimarrão
O causo desse projeto deu mais voltas que boiada em campo estreito! Desde o início, a proposta vem trotando pelos corredores da Câmara com mais idas e vindas que tropeiro em dia de feira. Primeiro, o vereador Leandro Meneghetti pediu vistas lá por julho, depois vieram os pedidos de adiamento mais seguidos que batida de tambor: José Rubens em 11 de agosto, o próprio autor João Monteiro em 26 de agosto, a vereadora Carol Figueiredo logo em seguida, e novamente José Rubens Pillar em 2 de outubro. Enquanto isso, a gurizada do samba aguardava mais ansiosa que cusco esperando dono na porta de armazém.
O Grande Entrevero e a Vitória do Samba
No dia derradeiro, o plenário estava mais cheio que baile de CTG em final de semana, com os representantes das cinco escolas de samba da cidade marcando presença, mais firmes que esteio de galpão. A discussão esquentou mais que braseiro em dia de churrasco, com os parlamentares batendo boca num debate acalorado que faria até político de capital se impressionar. Quando a poeira baixou e os votos foram contados, o samba levou a melhor: por seis votos a quatro, o projeto foi aprovado! Votaram a favor da anistia os vereadores João Monteiro, Pedro Paraíso, Paulo Berquó, Gilmar Martins, Rudi Pinto e Joceli Oviedo, enquanto Jaime Duarte, José Rubens Pillar, Leandro Meneghetti e Vagner Fan preferiram ficar do outro lado da cerca.
Esta vitória representa muito mais que números em papel timbrado – é o reconhecimento da importância cultural do carnaval para nossa querência. Num tempo em que as tradições andam mais ameaçadas que gado em tempo de enchente, a decisão da Câmara mostra que Alegrete ainda sabe valorizar suas manifestações culturais. As escolas de samba, que carregam nas cores e nos tambores a alma festeira do nosso povo, agora podem se concentrar no que fazem de melhor: botar o povo pra sambar e manter viva essa chama que aquece o coração da nossa comunidade.
Compartilha essa notícia com aquele amigo que não perde um desfile de carnaval e já tá contando os dias pro próximo! O samba da fronteira oeste tá mais vivo do que nunca, tchê!









