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PARTIU o ‘GUARDIÃO DA PRAÇA’: Luiz Carlos Rubim, o homem mais QUERIDO que bombacha em domingo de rodeio

Da Praça Getúlio Vargas pro céu dos gaudérios, nosso querido vigilante deixa Alegrete mais vazio que cuia sem erva





O Sentinela da Praça que Virou Lenda

Buenas, viventes de Alegrete! O céu gaúcho amanheceu diferente nestes dias, mais tristonho que galpão sem violão. Nosso pago perdeu Luiz Carlos Rubim, aquele cusco fiel da Praça Getúlio Vargas, que depois de se aposentar como vigilante da prefeitura, seguiu campereando pela vida como um autêntico gaudério. Mais conhecido no universo dos jogos que chilena em rodeio, o bicheiro tinha nome que era sinônimo de honestidade nas quatro pontas do município. Era homem de palavra mais firme que esteio de galpão, daqueles que hoje em dia já não se fabricam mais, tchê!

Churrasco, Grêmio e Família: Os Três Amores do Velho Rubim

Mas bah, quem não conhecia a rotina desse campeiro? Nos domingos, Luiz Carlos troteava com seu carro pelas ruas de Alegrete, juntando a família toda com mais dedicação que pastor reunindo ovelhas. A chuleta no fogo era sagrada como água benta, e a volta com os netos mais esperada que chuva em janeiro. Gremista de criar bicho, quando o Imortal entrava em campo, silêncio total! E depois, quando começavam as novelas… nem tentava prosear com ele, tchê! Era momento mais respeitado que reza em procissão. Quieto como tarde de domingo, mas de olhar atento como cusco na porteira, ele sabia o valor das coisas simples: um mate bem cevadiço, uma conversa sem pressa, uma boa história compartilhada.

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O Homem que Devolveu a Carteira Cheia e Ganhou o Coração da Cidade

Querem saber do caráter desse bagual? Uma feita, encontrou uma carteira mais recheada que porco criado a milho. Podia ter se bandeado com aquela pequena fortuna, mas nem pensou duas vezes: devolveu tudo pro dono, deixando a comunidade mais boquiaberta que forasteiro em primeira mateada. Era assim o Luiz Carlos – honesto como a luz do dia e companheiro como poncho em noite de geada. Foi-se o homem, ficou a lenda. Deixa a esposa Lindomar, sete filhos, os netos que tanto amava e uma cidade inteira de amigos e admiradores. Como dizem na campanha: ‘Quem semeia bondade, colhe memória perene’. E a dele, bah, vai seguir verdejando no coração de Alegrete como campo após chuva boa!

Em tempos de correria e esquecimento, Luiz Carlos nos deixa um legado mais valioso que ouro em pala de gaúcho: a simplicidade dos gestos, a firmeza do caráter e o valor do tempo compartilhado. Da praça que foi seu segundo lar aos churrascos de domingo, da paixão pelo Grêmio ao amor silencioso pela família, ele nos ensina que ser grande é fazer o ordinário com extraordinário amor. Alegrete perde um filho, mas ganha um exemplo eterno para contar às gerações que virão.

Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que também conhecia o Rubim da praça! Que essa história trotee por todo nosso pago, honrando a memória de quem tanto honrou nossa querência!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/morre-luiz-carlos-rubim-ex-vigilante-da-prefeitura-e-simbolo-da-praca-getulio-vargas/


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