Mas bah, tchê! Um coração gigante se despede
Mas bah, vivente! Na querência de Alegrete, a tristeza bateu à porta com a partida do renomado dentista Luis Airton Rodrigues Pinto, aos 60 anos. Este vivente, mais conhecido por seu legado do que um cusco bem treinado, deixou amigos, colegas e uma legião de pacientes desolados. Encerrando sua caminhada por complicações de saúde, Luis Airton era um verdadeiro campeão da generosidade, como uma roda de chimarrão que nunca seca.
A excelência que encantava o Alegrete
Luis Airton era mais que um dentista; era um mestre para os jovens da odontologia. Mesmo depois das jornadas cansativas, fazia questão de passar sua sabedoria campeira aos novatos, tudo regado a um sorriso largo que era mais luminoso que o Sol de dezembro no pampa. Conhecido como o primeiro periodontista da cidade, sua trajetória era feita de paixão por seu ofício, benfeitorias e, claro, encontros e risadas entre amigos gremistas.
Adeus a um gremista de coração
O clima foi de grande despedida durante seu velório na Funerária Angelus e cremação em Uruguaiana. Como diz o ditado, ‘a tristeza só se aquieta quando a saudade é respeitada’. E assim, com cada sorriso lançado em sua memória, Alegrete homenageia um de seus filhos mais queridos e comprometidos.
Luis Airton não só cuidou dos sorrisos, mas também plantou bondade e camaradagem no coração da Fronteira Oeste. Sua ausência será um bananal a menos no Alegrete, mas seu legado ecoará em cada esquina. Que sua jornada continue iluminando aqueles que percorrem o mesmo trilho do bem-fazer.
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